Visita de rotina de Junqueira

Posted in Uncategorized with tags on 17/07/2010 by Sônia... sempre Sônia...

A menina ululante

Posted in Uncategorized with tags , , , on 20/02/2010 by Sônia... sempre Sônia...

Sônia é uma viagem ao centro de mim mesmo. É como um buraco que vou cavando sem saber onde vai dar, ou então uma montanha que escalo para tentar alcançar o sol. Sônia é mãe, pai, menina, Paulo, mulher. É lustoza, Mauricio, cabral, cônego, reis… Dra. Silvia, Carol, dr. Junqueira, milani de marchi e… Sheila! Pâmela, Eraldo, bruxa, bêbado, Clarice, Leila – leão, girafa e porco – Rodrigo, uma bola, um número, vizinhas beatas, patavina etc etc. Nomes, por toda parte…

STAB!

Um grito. Uma sirene. Ambulância? Assistência? Seu mundo se transforma e lá ela fica aprisionada. Num mundo sem memória.

Sempre! Sempre…

Croach and me

Posted in Uncategorized with tags , , , on 27/11/2009 by Sônia... sempre Sônia...
Fazia muito tempo que eu não tomava banho de chuva…
Desde a época do colégio em que eu torcia para que chovesse na hora da saída. Sim, porque me lembrava daqueles filmes trash dos anos 80 em que jovens se divertiam correndo na chuva, pisando em poças, sem a preocupação de gripe, leptospirose etc. Pura diversão!
Pois é, estou em flashbacks ultimamente.
17h40
Foi esse o horário.
(aliás está sendo… fico espantado com a pontualidade do Pedrão!)
É só colocar os pés para fora de um ambiente coberto e pronto. Lá vem água. Não aqueles temporais que destroem sonhos, mas uma chuva de verão, no finzinho da tarde de um dia quente. Uma chuva de recarregar as forças, do tipo que eu sentia falta.
A primeira vez foi ótima! Nem queria voltar para casa. Fiquei encharcado da cabeça aos pés e nem me preocupava com os pertences que também estavam molhados ou a bolha que ia nascer no meu calcanhar.
ok, beleza… forças renovadas, mas…
A segunda vez corri. Cheguei em casa a tempo e com os cabelos um pouco úmidos.
(Tá, eu sei… preciso aprender a andar com guarda-chuvas)
Minha mãe me mataria se tivesse que colocar os tênis novamente atrás da geladeira.
Já na terceira não teve jeito. Precisei parar em frente a uma casa, onde me abriguei em um pedacinho de telhado que sobrava da garagem. E como choveu, viu. Eis que recebo uma visita inesperada. Veio correndo na minha direção para se abrigar naquele que eu considerei “meu abrigo emergencial”. Era nítido o desespero e a aversão à água. Capengou, capengou e chegou.
Senhoras e senhores, era uma barata.


Chegou como quem não quer nada, pulou (isso mesmo, pulou! sente o desespero) o vão dos trilhos do portão e subiu na grade.
Eu me perguntava: “Por que aqui? Por que no meu ‘abrigo’? Por que uma barata correria de dia embaixo de chuva? Por que eu?”
Meu caso com as baratas começou há muito tempo. Quando eu era pequeno alguém muito próximo, da família mesmo, fazia questão de me apresentá-las, mesmo eu não querendo conhecê-las (muito menos dormir com elas…). Você sabe quando gosta de alguém de primeira vista. Concordo que às vezes é necessário um pouco de convivência para se conhecer realmente como o ser é. Mas eu não sou assim. Se não vou com a cara de alguém de primeira vista, não adianta. É por essas e outras que não tenho problemas com ratos, aranhas, lagartixas… Inclusive tenho um novo amigo morando no quarto – uma lagartixa que mora atrás do meu poster de 4 anos de idade. Apelidei-o carinhosamente de Bill, em homenagem a um dos meu gatos que foi embora.
Voltando à chuva. Claro que me afastei da indesejável. Vez ou outra inclinava o corpo para frente e até me molhava nos pingos que caiam do telhado, para ver onde estava a indivídua. Até que a perdi de vista. É nessas horas que me lembro daquele velho ditado “mantenha os amigos próximos, e os inimigos mais ainda”.
Nada da chuva parar.
Me rendi e voltei a descer a ladeira, embaixo de chuva mesmo.
Minha bolsa de alça tansversal estava escondida atras de mim para evitar molhar mais uma vez, e quando voltei ela para o lado… Ganha um doce aquele que adivinhar quem estava ali!
Dessa vez não tive tempo para ficar me perguntando o por quê dela estar ali etc etc. Um “peteleco” e ela caiu na água que escorria pela guia da calçada. Desceu corredeira abaixo e a adrenalina não deve ter sido maior. Foi-se para os esgotos da vida.
Olhei na bolsa para certificar se realmente não tinha mais companhia. Ainda fiquei com aquela sensação de que estava acompanhado. Mania essa que a gente tem de achar que insetos se reproduzem sozinhos, a hora que quiserem e que sempre vão botar ovos e criar uma colônia. Argh!
Cheguei molhado e além do meu horário habitual.
Tirei a roupa, retirei as coisas da bolsa (sempre me certificando que não havia nada além dos  óculos escuros, das duas mudas de roupas, da marmita vazia e do squeeze) e pendurei tudo atrás da geladeira, mas dessa vez empurrei mais na parede para que ninguém perceba.
Amanhã será um novo dia e que venha outros.
Vou tentar enganar São Pedro saindo mais cedo (que ele não veja isso).
Quem sabe quais outras “visitas inesperadas” terei?!

Ah! Ainda está chovendo, mas estou no seco e com baigon ao alcance!

Psiu!

Posted in Uncategorized with tags , on 16/11/2009 by Sônia... sempre Sônia...

Depois eu me lembro de tudo o que fui, de tudo o que eu sou!

“Ah, não… Tenha santíssima paciência!”

Posted in Uncategorized with tags , , , on 08/11/2009 by Sônia... sempre Sônia...

Chega!

De dizer o que vou fazer

Não!

Não vou mais lhe obedecer

Basta!

Você quer o melhor pra mim

Mas…

Simplesmente não é assim!

Não vai, não
Por favor!
Não e não
Por favor!
Não é não
Por favor!
Mamãe, acorda eu já cresci

Ano após ano dentro dessa casa

Como eu posso crescer debaixo da sua asa

Você tenta esconder, mas eu já descobri

Mamãe, acorda eu já cresci

Houve um tempo em que eu gostava de bonecas

Mas hoje eu prefiro brincar com as cuecas

E tenta me entender, não posso lhe iludir

Mamãe, acorda eu já cresci

Mãe, vou lhe dizer que você me ensinou

Quase tudo que eu aprendi

Você me enlouqueceu, você me torturou

Mas de alguma forma eu sobrevivi

Você que me mantinha sempre bem trancada

Agora estou soltinha

“Alô, rapaziada!”

Você vive dizendo que eu já me perdi

Mamãe, acorda eu já cresci

Não vai, não
Por favor!
Não e não
Por favor!
Não é não
Por favor!
Mamãe, acorda eu já cresci

Antes de falar eu já cantava tudo

Você me proibiu, meu coração tá mudo

Não posso me calar, não posso mais mentir

Mamãe, acorda eu já cresci

Mamãe eu só queria que você dissesse

O que devo fazer quando a calcinha desce

Se eu lhe perguntar você vai explodir

Mamãe, acorda eu já cresci

Mamãe chegou a hora de enfrentar a vida

E você teima em não me ajudar

Mamãe seu passarinho quer sair do ninho

Faça-me o favor, pois eu só quero voar

Vou voar!

Um dia alguém honesto vai pedir minha mão

E vou lhe encher de netos, uma confusão

Mas antes vou brincar e vou me divertir

Mamãe, acorda eu já cresci

Como eu já cresci!

Não vai, não
Por favor!
Não e não
Por favor!
Não é não!
Por favor!
Mamãe, acorda eu já cresci!
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Enter – Play – Enter

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 20/10/2009 by Sônia... sempre Sônia...

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E sinta o fervor que envolveu-me

Envolve e envolverá

Mais… mais…

…sempre mais.

A “punhalada” é cada vez mais forte

Rápida, precisa

Me faz suar.

Gotas… uma catástrofe

Escorrendo pelo meu corpo, meus cabelos

Que nojo! – exclamam.

E o programa a seguir passa a ter classificação etária

!!!

?



. . .

Pausa.

Posted in Uncategorized with tags , on 08/09/2009 by Sônia... sempre Sônia...

Pausa